Em sua sétima edição, o Prêmio Max Feffer de Design Gráfico foi criado com o objetivo de reconhecer o talento dos profissionais, valorizar trabalhos desenvolvidos em papel e estimular a nova geração. Considerado a premiação em dinheiro de maior valor deste mercado, tornou-se um importante acontecimento anual. Ícone do design gráfico brasileiro, o prêmio utiliza os produtos da Suzano como material para os trabalhos de quem transforma papel em arte. O corpo de jurados teve a presença internacional da designer gráfica, artista plástica e fotógrafa canadense Marian Bantjes. Além dela, o júri foi composto por Chico Homem de Mello, João de Souza Leite, Kiko Farkas, Rafik Farah e Rico Lins. O tema deste ano escolhido pelo curador foi “A arte de equilibrar razão e emoção”.
A história do prêmio mostra que a categoria de embalagens havia evoluido com premiação nos últimos três anos. Ao que parece ser um retrocesso, o ano de 2008 traz de volta a ausência de premiação em primeiro lugar para a categoria do design de embalagens.
Por decisão do curador e dos jurados, a categoria Embalagem não teve nenhum premiado, assim como não houve um primeiro lugar para Promocional. Ronald Kapaz explica a decisão:
“Quando olhamos as peças de Embalagem, acreditamos que nenhuma delas equilibrava razão e emoção, como estava proposto nesta edição. Seguimos diretrizes internacionais de julgamento das peças e premiar uma delas seria colocar em dúvida a credibilidade do prêmio. Quanto aos terceiros lugares, achamos que seria injustiça escolher somente um, já que todos tinham o mesmo nível de qualidade e atingiram a mesma pontuação na fase de análise dos jurados”.



